quarta-feira, 3 de julho de 2013

Psyhco

Psycho
( esse texto não tem nada haver com o filme, só coloquei esse nome porque achei interessante)
Estou no carro, em uma viajem para Kansas city, não paro de pensar na morte da minha mãe, meu pai como sempre esta me culpando pela morte da minha mãe como sempre, gritando comigo chorando e me dando tapas, vou ver meus tios, nunca gostei muito deles, sempre me fazem sempre as mesmas perguntas, cujas as respostas são sempre as mesmas, tenho vontades que eles não imaginam quando me fazem as tais perguntas, aliás, nunca fui uma pessoa familiar, não gosto de estar junto com a minha família, prefiro ficar sozinho, assim meus pensamentos se mantém apenas na cabeça, assim não faço nada para me prejudicar.
Chegamos, ignorei um pouco os familiares, não entrei, fui dar uma volta pela cidade, uma hora vou ter que voltar, só preciso manter a calma.
Estou na porta, já estou com raiva só de ver a casa, respiro fundo e entro, sou recebido com muita excitação, só faltavam soltar fogos, perguntaram onde eu fui, e depois perguntaram as coisas de sempre, estou espumando de raiva por estar no mesmo espaço que estas pessoas, peço licença, vou para um quarto qualquer e coloco meu fone. Porque temos sempre que estar aqui ? A presença repugnante dessas pessoas me enoja, não suporto mais, não quero ficar perto deles mais uma semana, já sei oque vou fazer.
Segundo dia, ainda estou com meu plano em mente, são 5 da manhã e todos estão dormindo, provavelmente são uma pedra ambulante, já que todos se embebedaram demais, vou até a cozinha, pego 3 cadeiras e cordas, subo até o quarto e primeiro pego a minha tia, coloco ela na cadeira e a amarro, nem se quer abriu os olhos, tamanha ressaca, depois em varias viagens pego todos os três e amarro-os, volto lá em cima tranco o portão, depois tranco a porta pego uma cadeira na cozinha, me sento e espero pacientemente eles acordarem, esta demorando muito, me levanto e pego uma vasilha de água gelada, jogo em cada um e eles acordam em um susto, olhando uns para os outros eles não entendem nada, acendo a luz, e eles olham pra mim.
-O que esta fazendo ? Pergunta meu pai.
- Só me divertindo de verdade pela primeira vez. Vou até lá em cima e pego uma faca, e alguns utensílios de cozinha, volto ao porão tranco a porta.
- Sabe, estava cansado, de vocês sempre me fazendo as mesmas perguntas, de vocês tentando cuidar da minha vida, tava cansado da intromissão de vocês, vocês estão me atrapalhando.
Pego a faca e faço um corte superficial no braço da minha tia, ela grita, e os gritos dela parecem soar como uma melodia. Meu tio entra em desespero e começa a gritar feito um louco.
- MEU DEUS PORQUE ESTA FAZENDO ISSO, ME TIRA DAQUI POR FAVOR, ME SOLTA ! - ele berra
- CALA A BOCA OU SERA O PRIMEIRO A MORRER AQUI ! - respondo
Ele se cala em um instante, é bom estar no controle de tudo agora, tenho minha vingança, por essas pessoas ter me atrapalhado tanto. Pego um garfo e enfio as pontas na mão dele com toda a minha força, ele grita e eu tampo sua boca
- Já mandei você calar a boca ! - grito. Me viro para meu pai e digo:
- Sabe pai, lembra no dia em que a minha mãe morreu, a dois anos atrás, DOIS, você ainda me culpa pela morte dela, eu não tive culpa, eu estava quetinho no banco, foi ela quem começo a discutir comigo que nem uma doida, não tive culpa nenhuma, eu sou seu filho, porque me tratava assim ? Não foi minha culpa !
- FOI SIM ! Se você não tivesse resolvido ir para a casa da tua amiga ela não teria sofrido aquele acidente !
- E como eu faço para prever o futuro ? Eu não sabia ! Caso você ainda não saiba, eu também estava naquele carro ! Quebrei a minha perna e duas costelas, acha que isso é pouco ? - Vou até uma mesinha, pego um garfo e enfio na perna dele, dou-lhe um soco, ele grita, começo a sorrir, nunca senti algo assim, parece droga, não quero mais parar. Pego a faca e corto um dos dedos da minha tia, e depois jogo álcool, ela grita:
- AHHH MEU DEUS, PORQUE ESTA FAZENDO ISSO, SOCORRO !!!
- Se gritar de novo eu arranco os seus olhos sua vadia !
- Sabe, eu sempre me esforcei para manter a calma com vocês, mas agora eu estou esgotado ! Vocês são um bando de baratas repugnantes e nojentas, e eu vou pisar em vocês, até vocês morrerem um por um ! - Pego uma faca e mato meu tio com uma facada no peito. Minha tia começa a chorar e eu começo a me encher de raiva. Dou um tapa nela
- não vou falar de novo !
Ouço baterem no portão. Pego uma fita e tapo a boca dos dois, vou lá para cima tranco a porta, vou até o portão, o abro :
- Heeey mocinho, sua tia esta ? Pergunta uma das minhas tias que estava aqui ontem.
- Na verdade deve estar em outra dimensão, esta deitada na cama ainda, nem pensou em acordar, eu acho, deve estar em uma ressaca daquelas ... Beberam de mais ontem ! Falo sorrindo, percebo que tem sangue nas minhas mãos e encondo-as.
- Então ta bonitinho, mais tarde eu volto aqui ok ?
- tudo bem, vou estar esperando ! - falo fechando o portão, volto para dentro, sento no sofá e começo a pensar, vou ter que acabar logo com isso, e fujir bem pra longe, vou ter que pegar o carro do meu pai, ainda bem que já sei dirigir, vou acabar logo com isso. Volto para o porão, fecho a porta, minha tia e meu pai estão chorando muito, pego uma faca, e enfio no peito dela, depois arrasto a faca até o estomago com toda a minha força, jorra sangue para todo lado, logo depois vejo que estou todo sujo de sangue, olho para meu pai, e ele esta chocado, olho para ele e digo:
- Olha só, eu nunca te vi como um pai, desde quando eu era criança, você me batia, me espancava, eu te odiava, e este momento pra mim é lindo ! Porque agora eu estou no seu controle e você não pode fazer nada !
- Me desculpa filho, eu não queria ... - interrompo:
- Cala a boca ! É tarde de mais agora para me pedir desculpa, - Pego a faca na barriga da minha tia, e corto os braços dele na altura dos cotovelos, me sento na cadeira que havia pegado, e aguardo sua morte, lenta e dolorosa, do jeito que eu queria, do jeito que ele merece.
Subo, limbo tudo em que eu toquei, pelo menos tudo que eu me lembro ter tocado, procuro não deixar vestígios, tomo um banho, troco de roupa, pego o carro do meu pai e saio pelo mundo a fora, sem rumo, mais sei que vou para bem longe, nunca poderão me encontrar novamente.
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Notas :
Perfil do personagem principal :
Nome : Allan Campbell
Idade: 19 anos
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Alguma critica ou sugestão ? Envie-me um email ! (( wanessa.carvalho46@gmail.com ))

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