terça-feira, 9 de julho de 2013

O nascimento de um psicopata

 
        Minha mãe tinha acabado de descobrir que estava grávida, meu pai não gostou nada, saiu de casa e foi beber, voltou bêbado, bateu na minha mãe, como se fosse culpa dela, como se ela tivesse me feito sozinha, logo depois da sessão diária de espancamento, ele saiu de casa novamente, desapareceu, nunca mais voltou.
       Minha mãe sempre amou aquele homem, como se gostasse de rejeição, parece que gostava de ser submissa a ele, como se fosse um privilegio receber um pingo de atenção. Desde que nasci, me culpou de todas as formas por ele ter abandonado-a, me batia, xingava, já me deixou dois dias sem comer, por raiva, ela chorava muito, a cada dia que passava eu ficava com mais raiva dela, começou a fumar quando eu tinha oito anos, dai piorou, me batia todo santo dia, por mais 4 anos seguintes. Um dia estava andando na rua, vi um pombo agonizando de dor, com sua asa quebrada, peguei ele e levei ele pra casa, afim de cuidar dele, então eu peguei um pouco de arroz cru, dei a ele. Ouvi o barulho do carro a minha mãe, fiquei desesperado, peguei o pombo e coloquei debaixo da minha cama, no meu quarto de fui para sala, liguei a tv, ela havia chegado bêbada como sempre, ela parou, e olhou pra mim, começou a gritar:

— Seu desgraçado, isso é culpa sua, ta me vendo ? Vendo a minha situação ? Estou bêbada ! Isso por que você nasceu ! Seu maldito vem aqui !

Ela veio pra cima de mim com tudo, me bateu até cair desmaiada, estou cego de raiva, espumando de tanto ódio, quero mata-la, então corro pro meu quarto e me deito na cama, estou com um ódio profundo dentro de mim, quando ouço um barulho muito irritante, no começo não sabia oque era, fiquei pensando, quando me dei conta, era o pombo, havia me esquecido dele, peguei ele, ainda cego de raiva, fui até a cozinha, peguei uma faca sem ponta, passei pela sala e vi aquela criatura atirada no chão, andei até meu quarto, peguei a pomba e comecei a apertar a cabeça dela, não queria mata-la, só queria causar-lhe sofrimento, isso esta me enchendo de prazer, vou um pouco mais longe, pego a faca, e corto a perna dela, a pomba começou a agonizar de dor, comecei a sorrir, fechei a porta e comecei a minha sessão de tortura, arranquei um olho, cortei uma asa, quando vi  a pomba estava morta, fiquei surpreso, não estava sentindo nenhum pingo de  remorso, fui até o quintal e enterrei a ave, voltei pro meu quarto, lavei o chão sujo de sangue e fui me deitar, fiquei pensando no que eu fiz, mas logo dormi. No dia seguinte estava me arrumando para ir pra escola, cheguei na sala e pensei ter visto um zumbi em pé, mas era só a minha mãe, me dirigi a porta e sai, as aulas passaram mais rápido do que eu imaginava, é o meu ultimo dia, amanhã entro de férias, vou tentar me manter fora de casa, não quero ficar muito tempo com a minha mãe, na volta pra casa, avisto um gato de rua, vou ate ele, calmamente para ele não se assustar, acho que consegui conquistar bem a sua confiança, peguei ele e fui pra casa, discretamente levei ele para meu quarto, resolvi chamar ele de plutão, prendi ele no meu armário e fui até a praça, me sentei, observei as pessoas, felizes, sorrindo, odeio ver isso, pois nunca tive a oportunidade de sorrir, de brincar com a minha família, a minha volta só ha trevas e maldição, não entendo porque, mais eu sei que eu vou me vingar daquele que me causou tanto sofrimento.
       Chegando em casa, percebo que a minha mãe saiu, vou até o armário e solto o gato, ele sai calmamente, fecho a porta do quarto para que ele não saia, me sento no chão, deito-me e pego um livro, abro a primeira página e esta escrito "Os olhos são a identidade da nossa alma", fechei o livro e comecei a pensar na frase, quando o gato se aproximou, olhei nos olhos dele e passei meu dedo por cima do olho dele, começo a enfiar o meu dedo dentro do olho dele, até remover por completo o globo ocular, estou com o olho dele na minha mão, acho aquilo incrível, ver um olho assim, fico parado olhando para o mesmo e depois que me liberto daquela magia, vejo o gato agonizando, correndo para todo lado desesperado, me levando e corro atras dele até pega-lo, fico satisfeito e começo a quebrar os ossos do rabo dele, ele começa a miar muito alto, aquilo é musica para meus ouvidos, nunca pensei que causar sofrimento a um animal fosse tão bom, depois pego ele pelo pescoço, com uma mão e começo a enforca-lo, ele me arranha e eu o deixo cair, estou furioso, quero terminar o serviço logo antes que a minha mãe chegue, então vou pega-lo novamente, agarro seu rabo, já todo quebrado, puxo-o até mim, agarro suas patas dianteiras e traseiras, pendo-as com uma mão e depois com a outra começo a enforca-lo ele abre a boca desesperado para me morder, se salvar, mas não vai ser dessa vez, quando o gato já esta morto, para certificar-me de que ele estava realmente morto, bato com a cabeça dele duas vezes no pé da minha cama, com toda a minha força, e depois vou ao quintal e enterro-o do lado do pombo, depois decido ir pro meu quarto e me trancar lá, não vou comer hoje, mais não importa, não quero ver a cara dela hoje.
        Já é dia, meu aniversario de 18 anos, que bom que posso sair dessa casa, agora que tenho nome e uma foto, vou atrás daquele que me causou tanto sofrimento, daquele que me tornou um monstro sem sentimentos, vou atrás de vingança.

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Por: Wanessa S. Carvalho
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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Psyhco

Psycho
( esse texto não tem nada haver com o filme, só coloquei esse nome porque achei interessante)
Estou no carro, em uma viajem para Kansas city, não paro de pensar na morte da minha mãe, meu pai como sempre esta me culpando pela morte da minha mãe como sempre, gritando comigo chorando e me dando tapas, vou ver meus tios, nunca gostei muito deles, sempre me fazem sempre as mesmas perguntas, cujas as respostas são sempre as mesmas, tenho vontades que eles não imaginam quando me fazem as tais perguntas, aliás, nunca fui uma pessoa familiar, não gosto de estar junto com a minha família, prefiro ficar sozinho, assim meus pensamentos se mantém apenas na cabeça, assim não faço nada para me prejudicar.
Chegamos, ignorei um pouco os familiares, não entrei, fui dar uma volta pela cidade, uma hora vou ter que voltar, só preciso manter a calma.
Estou na porta, já estou com raiva só de ver a casa, respiro fundo e entro, sou recebido com muita excitação, só faltavam soltar fogos, perguntaram onde eu fui, e depois perguntaram as coisas de sempre, estou espumando de raiva por estar no mesmo espaço que estas pessoas, peço licença, vou para um quarto qualquer e coloco meu fone. Porque temos sempre que estar aqui ? A presença repugnante dessas pessoas me enoja, não suporto mais, não quero ficar perto deles mais uma semana, já sei oque vou fazer.
Segundo dia, ainda estou com meu plano em mente, são 5 da manhã e todos estão dormindo, provavelmente são uma pedra ambulante, já que todos se embebedaram demais, vou até a cozinha, pego 3 cadeiras e cordas, subo até o quarto e primeiro pego a minha tia, coloco ela na cadeira e a amarro, nem se quer abriu os olhos, tamanha ressaca, depois em varias viagens pego todos os três e amarro-os, volto lá em cima tranco o portão, depois tranco a porta pego uma cadeira na cozinha, me sento e espero pacientemente eles acordarem, esta demorando muito, me levanto e pego uma vasilha de água gelada, jogo em cada um e eles acordam em um susto, olhando uns para os outros eles não entendem nada, acendo a luz, e eles olham pra mim.
-O que esta fazendo ? Pergunta meu pai.
- Só me divertindo de verdade pela primeira vez. Vou até lá em cima e pego uma faca, e alguns utensílios de cozinha, volto ao porão tranco a porta.
- Sabe, estava cansado, de vocês sempre me fazendo as mesmas perguntas, de vocês tentando cuidar da minha vida, tava cansado da intromissão de vocês, vocês estão me atrapalhando.
Pego a faca e faço um corte superficial no braço da minha tia, ela grita, e os gritos dela parecem soar como uma melodia. Meu tio entra em desespero e começa a gritar feito um louco.
- MEU DEUS PORQUE ESTA FAZENDO ISSO, ME TIRA DAQUI POR FAVOR, ME SOLTA ! - ele berra
- CALA A BOCA OU SERA O PRIMEIRO A MORRER AQUI ! - respondo
Ele se cala em um instante, é bom estar no controle de tudo agora, tenho minha vingança, por essas pessoas ter me atrapalhado tanto. Pego um garfo e enfio as pontas na mão dele com toda a minha força, ele grita e eu tampo sua boca
- Já mandei você calar a boca ! - grito. Me viro para meu pai e digo:
- Sabe pai, lembra no dia em que a minha mãe morreu, a dois anos atrás, DOIS, você ainda me culpa pela morte dela, eu não tive culpa, eu estava quetinho no banco, foi ela quem começo a discutir comigo que nem uma doida, não tive culpa nenhuma, eu sou seu filho, porque me tratava assim ? Não foi minha culpa !
- FOI SIM ! Se você não tivesse resolvido ir para a casa da tua amiga ela não teria sofrido aquele acidente !
- E como eu faço para prever o futuro ? Eu não sabia ! Caso você ainda não saiba, eu também estava naquele carro ! Quebrei a minha perna e duas costelas, acha que isso é pouco ? - Vou até uma mesinha, pego um garfo e enfio na perna dele, dou-lhe um soco, ele grita, começo a sorrir, nunca senti algo assim, parece droga, não quero mais parar. Pego a faca e corto um dos dedos da minha tia, e depois jogo álcool, ela grita:
- AHHH MEU DEUS, PORQUE ESTA FAZENDO ISSO, SOCORRO !!!
- Se gritar de novo eu arranco os seus olhos sua vadia !
- Sabe, eu sempre me esforcei para manter a calma com vocês, mas agora eu estou esgotado ! Vocês são um bando de baratas repugnantes e nojentas, e eu vou pisar em vocês, até vocês morrerem um por um ! - Pego uma faca e mato meu tio com uma facada no peito. Minha tia começa a chorar e eu começo a me encher de raiva. Dou um tapa nela
- não vou falar de novo !
Ouço baterem no portão. Pego uma fita e tapo a boca dos dois, vou lá para cima tranco a porta, vou até o portão, o abro :
- Heeey mocinho, sua tia esta ? Pergunta uma das minhas tias que estava aqui ontem.
- Na verdade deve estar em outra dimensão, esta deitada na cama ainda, nem pensou em acordar, eu acho, deve estar em uma ressaca daquelas ... Beberam de mais ontem ! Falo sorrindo, percebo que tem sangue nas minhas mãos e encondo-as.
- Então ta bonitinho, mais tarde eu volto aqui ok ?
- tudo bem, vou estar esperando ! - falo fechando o portão, volto para dentro, sento no sofá e começo a pensar, vou ter que acabar logo com isso, e fujir bem pra longe, vou ter que pegar o carro do meu pai, ainda bem que já sei dirigir, vou acabar logo com isso. Volto para o porão, fecho a porta, minha tia e meu pai estão chorando muito, pego uma faca, e enfio no peito dela, depois arrasto a faca até o estomago com toda a minha força, jorra sangue para todo lado, logo depois vejo que estou todo sujo de sangue, olho para meu pai, e ele esta chocado, olho para ele e digo:
- Olha só, eu nunca te vi como um pai, desde quando eu era criança, você me batia, me espancava, eu te odiava, e este momento pra mim é lindo ! Porque agora eu estou no seu controle e você não pode fazer nada !
- Me desculpa filho, eu não queria ... - interrompo:
- Cala a boca ! É tarde de mais agora para me pedir desculpa, - Pego a faca na barriga da minha tia, e corto os braços dele na altura dos cotovelos, me sento na cadeira que havia pegado, e aguardo sua morte, lenta e dolorosa, do jeito que eu queria, do jeito que ele merece.
Subo, limbo tudo em que eu toquei, pelo menos tudo que eu me lembro ter tocado, procuro não deixar vestígios, tomo um banho, troco de roupa, pego o carro do meu pai e saio pelo mundo a fora, sem rumo, mais sei que vou para bem longe, nunca poderão me encontrar novamente.
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Notas :
Perfil do personagem principal :
Nome : Allan Campbell
Idade: 19 anos
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domingo, 30 de junho de 2013

A coruja dos olhos vermelhos



   Antigamente falava-se que se você ouvisse o cantar de uma coruja a meia noite você  morreria no prazo de uma semana, bem, nunca fui muito supersticiosa, achava as corujas encantadoras e misteriosas, gostava muito dos animais, das aves e tudo mais … Eu não era uma pessoas ruim, sempre fui do tipo que fazia tudo certinho, eu não gostava disso mais era inevitável, sempre quis agradar as pessoas, nunca consegui dizer um não a um favor me pedido, era muito tímida, não era do tipo que tinha muitos amigos, tinha dificuldades em manter amizades, creio que existe muita gente como eu, mais uma coisa que me acalmava, era ir a uma praça próximo a minha casa com meus cachorros, adorava vê-los correndo, brincando e se divertindo, lembrava um pouco a minha infância …  Tive uma infância normal, feliz, amorosa, mais durante a minha adolescência não sei oque houve, comecei a me privar, a me diminuir, a me guardar de mais … Muitos achavam que tinha algo de errado acontecendo, mais na verdade o problema estava em mim, na minha cabeça, eu tinha medo, medo de que as pessoas me traíssem, medo de as pessoas me machucassem, não fisicamente, tinha medo de tudo.
  Certa vez estava andando pela tal praça com meus cachorros, estava ficando tarde era uma sete horas da noite, minha mãe não ia voltar para casa hoje, do outro lado da praça estava havendo uma festa de aniversário, então decidi ficar na praça até altas horas da madrugada, sabia que se alguém tentasse me sequestrar ninguém ia me ouvir pois estava um som insuportável vindo daquela festa, mais me transmitia segurança, psicologicamente. Então me deitei no chão em quanto os cachorros brincavam, fechei meus olhos, turbilhões de pensamentos vieram a minha cabeça e eu não podia controla-los, mal pude perceber o tempo passar, quando finalmente resolvi olhar as horas, vi que era 23:58 p.m, e ouvi os latidos dos cachorros, estavam agitados, estranhei, olhei em volta não vi ninguém, porém, os cachorros estavam me parecendo desesperados, olhei em volta novamente e não vi ninguém, quando me deitei, e me deparei com uma coruja pairando pelas árvores, tinha olhos vermelhos, fiquei observando-a, hipnotizada, a coruja piou 3 vezes e foi embora, olhei o relógio e eram 0:00 a.m , por um instante pensei na tal lenda .. Mais acabei percebendo que era bobagem da minha cabeça, me levantei, chamei os cachorros e fui pra casa .
  Chegando em casa, ouvi um ruído no meu armário, os cachorros começaram a latir desesperadamente para o mesmo, fui até o armário e só vi uma escuridão infinita, fechei o armário e fui tomar um banho, saindo fui vestir-me para dormir, deitei-me na cama, fechei os olhos, rapidamente a imagem da coruja me veio a mente, pensei nos olhos dela, o quanto pareciam mágicos e malignos, rapidamente dormi.
  No dia seguinte, havia uma mancha no meu pescoço, uma mancha preta, não liguei muito para ela, me vesti e fui para a escola, passou-se as 5 aulas fui para casa, minha mãe havia feito um banquete muito farto ! Estava muito feliz porque ela conseguiu um emprego novo que lhe pagaria o dobro do que recebia antes, estava tão feliz que mal percebeu aquela mancha no meu pescoço, comi e fui para o quarto, sentei em frente ao espelho, olhei por 1 minuto aquela mancha e vi que formava um simbolo muito peculiar, uma estrela de cabeça pra baixo envolto por um circulo, não liguei muito de novo, não estava formando perfeitamente o tal simbolo, então pensei que era uma mera coincidência do destino, deitei-me na cama, coloquei os fones e segui por uma longa viajem dentre os meus pensamentos, quando comecei a sentir uma presença em meu quarto, uma sensação de que havia mais alguém ali comigo, tentei abrir meu olhos não consegui, senti um sufoco infinito, não conseguia me mexer, aquela altura já estava quase tendo um ataque cardíaco, não conseguia me mexer, não conseguia respirar, não conseguia gritar, não conseguia nem se quer abrir os olhos, depois de agoniantes 2 minutos consegui abrir os olhos, libertei-me daquele peso, quando abri os olhos, estava tudo meio embaçado, esfreguei os olhos e eles voltaram ao normal, pensei naquilo por alguns minutos e imaginei que fosse um pesadelo, me levantei e fui beber um copo d’água, na volta fui ao banheiro e molhei meu rosto com água, olhei para o relógio e vi que eram 4:30 p.m, procurei me ocupar e esquecer aquilo e fui ler um pouco.
   Passaram-se 6 dias desde que ví aquela coruja, a imagem dela ainda pairava pela minha mente de vez em quando, são 10:30 p.m, estou um pouco transtornada, aquela mancha agora formava o tal simbolo perfeitamente, estou nervosa aflita e com medo, será que aquela lenda é realmente verdadeira ? Existe alguma possibilidade de reverter oque aquela maldita coruja jogou em mim ? Me deito em minha cama, com o braço para fora da cama, olho no relógio e já são 0:0 a.m, sinto um formigamento no meu braço, de repente, sinto um ardor insuportável no corpo todo, sinto que alguém agarrou meu braço com uma força incomum, puxei meu braço mais não consegui me libertar, de repente perco a fala, agarro a mão que segura a minha, sinto uma mão áspera e calosa, escorre lágrimas dos meus olhos, estou desesperada, sinto um puxão no meu braço, caio no cão, tudo voltou ao normal, não sinto mais o formigamento, não sinto nada, começo a achar que foi um mero pesadelo, quando começo a respirar aliviada, sinto algo agarrando meu pé, e começa a me puxar violentamente para dentro do armário, dou um ultimo suspiro, enquanto sou engolida por uma escuridão, fecho os olhos, escorre um lágrima do meu rosto, adeus.


Por : Brenda Wanessa S. C. - Alguma critica ou sugestão ? Me envie um email ! wanessa.carvalho46@gmail.com

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